Soneto de Bel Valentim.
Quem poderia descrever o amor,
mesmo que usasse mil analogias?
O amor não cabe nestas letras frias
do viajante que nos trouxe o horror!
mesmo que usasse mil analogias?
O amor não cabe nestas letras frias
do viajante que nos trouxe o horror!
E em atitudes, quem consegue expor
a essência desse amor inexplicável,
sabendo que a linguagem miserável
limita tudo o mais ao seu redor?!
a essência desse amor inexplicável,
sabendo que a linguagem miserável
limita tudo o mais ao seu redor?!
Agoniado, estas questões repito
de mim pra mim, mas de repente o grito
da consciência vem me retrucar:
de mim pra mim, mas de repente o grito
da consciência vem me retrucar:
“O amor, só o entenderás quando tu fores,
alheio a protocolos e senhores,
senhor de ti, que é pra saber amar…”
alheio a protocolos e senhores,
senhor de ti, que é pra saber amar…”
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